Escritórios de advocacia estão entre as organizações que mais lidam com dados pessoais sensíveis: informações de clientes, partes, testemunhas e processos sob sigilo.
A adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) não é apenas uma exigência legal, mas parte do dever de sigilo e de confiança que estrutura a relação entre advogado e cliente.
Entre os pontos essenciais a revisar estão: o mapeamento dos dados tratados pelo escritório, as bases legais que justificam cada tratamento, as medidas de segurança da informação adotadas e os prazos de guarda e descarte de documentos.
Também é recomendável formalizar uma política de privacidade clara, orientar a equipe sobre boas práticas e definir um responsável pelo tratamento de dados dentro da organização.
Mais do que evitar sanções, a conformidade com a LGPD fortalece a reputação do escritório e demonstra compromisso com a proteção dos interesses de quem confia seus dados à advocacia.
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